Gerador de Schema.org JSON-LD para SEO e GEO
Gere schema JSON-LD de 14 tipos, grátis no navegador, e veja quais ainda geram destaque no Google em 2026.
Use a ferramenta abaixo
GratuitaCódigo JSON-LD gerado
Depois de gerar, valide o código no Teste de Resultados Aprimorados do Google e no validador do Schema.org. O JSON-LD precisa refletir o conteúdo que aparece na página, e o código entra dentro da seção head do site.
O gerador de schema para SEO e GEO cria o código de dados estruturados em JSON-LD que descreve a sua página para o Google e para as IAs, em 14 tipos de schema. Ele monta a marcação por formulário, com modelos prontos, e entrega o código válido para copiar e colar, de graça e no navegador. A página também mostra quais desses tipos ainda geram destaque na Pesquisa Google em 2026.
Resumo com IA- O gerador de schema entrega o código em JSON-LD válido e formatado para 14 tipos, montado por formulário, com modelos prontos por tipo;
- Dos 14 tipos, nove ainda podem aparecer no resultado do Google; FAQPage, HowTo e o curso individual perderam o destaque, e Service e Person nunca tiveram um próprio;
- O schema não é fator de ranqueamento; ele habilita os resultados aprimorados, e mesmo esses ficam a critério do Google;
- Adicionar schema, sozinho, quase não muda a citação por IA; ele é infraestrutura de entidade, nunca atalho de posição ou de citação;
- A marcação precisa refletir o que aparece na página, e a geração roda no navegador, sem enviar a servidor o que você digita.
- Escolha o tipo de schema no seletor no topo da ferramenta e carregue um modelo pronto se quiser partir dele;
- Preencha os campos com os dados reais e visíveis da página; no FAQPage, preencha pergunta e resposta juntas, porque a linha incompleta fica fora do código;
- Copie o código gerado em JSON-LD com o botão da ferramenta e confira se a contagem de itens bate com a página;
- Valide no Teste de Resultados Aprimorados do Google e cole na seção head do site ou no campo de scripts do seu plugin de SEO;
- Confira a página no Search Console, na seção de dados estruturados, para pegar erros;
- Se o site tem dezenas de páginas do mesmo tipo, leve o schema para o modelo da página na criação ou na revisão técnica do site, em vez de colar o código à mão em cada uma.
O gerador de schema para SEO e Generative Engine Optimization (GEO) cria, de graça e no navegador, o código de dados estruturados em JSON-LD que descreve a sua página para o Google e para as inteligências artificiais. Ele monta a marcação em 14 tipos de schema a partir de um formulário, para você copiar e colar sem programar.
Nas auditorias, o erro que mais vejo com schema é a marcação que promete o que a página não mostra, e aí o Google ignora o código inteiro. Mesmo a marcação correta não garante destaque, porque a decisão de exibir é do buscador.
O que é schema e para que ele serve nos resultados do Google?
Schema é um vocabulário padronizado que você adiciona ao código da página para dizer ao Google, de forma explícita, o que cada informação significa. Em vez de o buscador adivinhar que um número é um preço ou que um texto é uma data, o schema afirma que aquilo é um preço em reais ou a data de publicação de um artigo.
O código de schema é escrito em JSON-LD (JavaScript Object Notation for Linked Data), o formato que o Google recomenda e o que mais cresce: ele passou de 34% para 41% das páginas da web entre 2022 e 2024, segundo o capítulo de dados estruturados do Web Almanac 2024 do HTTP Archive. Bem preenchido, o schema qualifica a página para os resultados aprimorados, aqueles com estrelas, preço, data de evento ou foto que se destacam na busca.
O mesmo código também ajuda o Google e as inteligências artificiais a entender a entidade da página, ou seja, qual empresa, serviço ou autor ela representa. É por isso que ele importa tanto para quem trabalha as meta tags de cada página quanto para presença nas buscas com IA. O verbete de schema markup no glossário explica o vocabulário e os formatos com mais calma.
O schema faz o site subir no Google e ser citado pela inteligência artificial?
O schema não faz o site subir de posição sozinho, e essa é a parte que muda a sua decisão. O próprio Google afirma que dados estruturados não são um fator de ranqueamento; o que eles fazem é habilitar os resultados aprimorados, e mesmo esses ficam a critério do buscador. O ganho aparece no destaque e no clique; a posição em si não sobe por causa dele.
Para as buscas com IA, a expectativa também precisa de calibragem. Um estudo da Ahrefs publicado em maio de 2026 acompanhou 1.885 páginas que adicionaram schema e não achou efeito real na citação por inteligência artificial: a variação no AI Mode, o modo de conversa com IA da busca do Google, e no ChatGPT ficou indistinguível de zero, e nas páginas que já apareciam no Google AI Overviews a citação caiu 4,6%. O schema é uma boa infraestrutura, que ajuda a máquina a ler a página; ser recomendado depende do que a página responde.
O schema é a etiqueta que ajuda o Google e a inteligência artificial a entender que empresa, serviço ou autor a página representa. A posição e a citação continuam dependendo do conteúdo que a página entrega.
Lucas Ferraz, especialista em SEO
Existe um limite que não muda. O código precisa refletir o que aparece na página. Marcar um preço que não está no texto, uma avaliação inventada ou um schema de produto em uma página de blog faz o Google descartar a marcação e, no exagero, tratar como spam. Estruturar a entidade do site para as respostas de IA é o foco de uma estratégia de GEO do site, em que o schema entra como uma das peças.
Qual tipo de schema usar em cada página do site?
Use o schema que representa o conteúdo real daquela página, um tipo principal por página. A regra é direta, se a página é a apresentação da empresa, ela é uma Organization; se é um post, um Article; se vende um produto, um Product. A tabela abaixo liga o tipo de página ao schema certo e ao que ele pode destacar na busca.
| Tipo de página | Schema recomendado | O que pode destacar na busca |
|---|---|---|
| Empresa ou negócio local | Organization ou LocalBusiness | Painel com endereço, telefone e horário |
| Post de blog ou notícia | Article ou BlogPosting | Autor, data e imagem em destaque |
| Página de produto | Product | Preço, disponibilidade e avaliação |
| Página de serviço | Service | Nenhum destaque próprio no Google; descreve o serviço e a área atendida para quem lê o código |
| Perguntas e respostas | FAQPage | Nenhum destaque desde 7 de maio de 2026; descreve em código as perguntas e respostas visíveis na página |
| Trilha de navegação | BreadcrumbList | Caminho da página no lugar da URL |
Antes de gerar a marcação, confirme que a página cumpre os sinais que fazem o schema valer a pena.
- O conteúdo que você vai marcar aparece de fato na página, visível para o visitante;
- Os dados são reais e atuais, sem preço vencido, avaliação inventada ou evento já passado;
- Há um único tipo principal de schema para aquela página, sem misturar produto e artigo;
- A entidade principal, a empresa ou o autor, tem nome, site e perfis oficiais preenchidos.
Quais tipos de schema ainda geram destaque no Google em 2026?
Dos 14 tipos do gerador, nove ainda podem aparecer no resultado da Pesquisa Google, três perderam o resultado aprimorado e dois nunca tiveram um próprio. Saber em qual grupo está o tipo da sua página evita gastar tempo de implantação com um destaque que o Google já desligou.
O Google retirou o destaque de HowTo em setembro de 2023, o de curso individual em 2025 e o de perguntas frequentes em 7 de maio de 2026, conforme o registro de mudanças da documentação da Pesquisa Google. A tabela cruza os 14 tipos com a galeria de dados estruturados do Google, conferida em 16 de outubro de 2026.
| Tipo no gerador | Destaque na Pesquisa Google hoje | Para que o código ainda serve |
|---|---|---|
| Organization e LocalBusiness | Sim, logotipo e dados da empresa no painel; no negócio local, endereço, horário e avaliações | Define a entidade que todas as outras páginas citam |
| Article e BlogPosting | Sim, título e imagem maior em recursos de notícia e artigo | Liga o texto ao autor e à data de publicação |
| Product | Sim, preço, disponibilidade e nota | Mantém preço e estoque legíveis por máquina |
| BreadcrumbList | Sim, a trilha da página no resultado | Mostra a hierarquia do site |
| WebSite | Indica o nome do site que você prefere ver no resultado, marcado na página inicial | Fixa o nome da marca |
| Event | Sim, lista de eventos com data e local | Mantém data e local corretos |
| Review | Sim, só nos tipos que o Google aceita, como produto, receita e aplicativo; avaliação que a empresa publica sobre si mesma não gera estrela | Registra quem avaliou e a nota |
| VideoObject | Sim, o vídeo no resultado, com miniatura e trechos | Descreve duração, data e miniatura |
| Recipe | Sim, receita com foto, nota e tempo de preparo | Estrutura ingredientes e passos |
| FAQPage | Não, desde 7 de maio de 2026 | Descreve as perguntas visíveis para outros sistemas que leem a página |
| HowTo | Não, desde setembro de 2023, no computador e no celular | Descreve os passos de um tutorial |
| Course | Não para o curso individual, retirado em 2025; segue só a lista de cursos de um mesmo provedor | Descreve o curso e quem o oferece |
| Service | Não existe destaque próprio | Descreve o serviço e a área atendida |
| Person | Não sozinho; página de perfil usa o tipo ProfilePage | Identifica o autor e liga os perfis oficiais |
A decisão prática sai da tabela. Se a página tem perguntas visíveis, o FAQPage continua barato de manter e descreve o conteúdo com fidelidade, mas não vale pagar para implantar esperando a caixa de perguntas no Google, que não aparece mais. O mesmo vale para HowTo. O esforço rende mais nos tipos que ainda geram destaque e nos que definem a entidade, Organization, WebSite e Person, porque é deles que o Google e as IAs tiram quem está por trás do site.
Quando reviso o schema de um site, a primeira pergunta é qual destaque aquele tipo ainda gera; muita marcação antiga continua no código cumprindo uma função que o Google já desligou.
Como usar o gerador de schema para SEO e GEO?
Escolha o tipo de schema no seletor no topo da ferramenta e preencha os campos que aparecem. O código em JSON-LD é montado na hora, e os campos que você deixa em branco não entram no resultado. Tudo acontece no seu navegador, então o texto que você cola não é enviado para nenhum servidor.
Depois de preencher, o caminho até o site publicado segue esta ordem.
- Copie o código gerado com o botão da própria ferramenta;
- Valide o resultado no Teste de Resultados Aprimorados do Google antes de publicar;
- Cole o código dentro da seção head do site, ou no campo de scripts do cabeçalho do seu plugin de SEO;
- Confira a página publicada no Search Console, o painel gratuito do Google que mostra como o site aparece na busca, na seção de dados estruturados, para pegar erros.
Um cuidado vem do teste que a agência rodou no código da ferramenta em 16 de outubro de 2026. Um FAQPage preenchido com três linhas, uma delas com a pergunta e sem a resposta, saiu com duas perguntas no JSON-LD: a linha incompleta fica fora do código, sem aviso na tela. No mesmo teste, uma resposta com a tag de fechamento de script no meio do texto saiu escapada, e o bloco continuou válido. Por isso, preencha pergunta e resposta juntas e confira a contagem no código antes de copiar.
A ferramenta cobre os tipos que a maioria dos sites precisa, de Organization e LocalBusiness a Article, FAQPage, Product, Service, BreadcrumbList, Person, Event, HowTo, Review e outros. Para quem quer que o site apareça no Google e seja lido corretamente pela IA, o passo seguinte ao schema costuma ser uma consultoria de SEO técnica que organiza as páginas por tema.
Tudo que o gerador de schema entrega no resultado
O gerador monta o JSON-LD a partir de um formulário e entrega o código pronto para colar, com cinco recursos que trabalham juntos. Cada recurso serve a uma decisão sobre como a sua página se apresenta ao Google e à IA, do tipo escolhido ao código que vai para o cabeçalho do site.
- 14 tipos de schema no seletor, Organization, Article, FAQPage, Product, Service, BreadcrumbList, WebSite, Person, HowTo, Event, Review, VideoObject, Course e Recipe, para marcar a página certa;
- Campos dinâmicos por tipo, e subtipos em Organization e Article, para preencher só o que aquele tipo pede;
- Modelos prontos que você carrega com um clique e ajusta, para não começar o código do zero;
- Código em JSON-LD válido e formatado, gerado na hora, para colar no site sem revisar a sintaxe;
- Limpeza do formulário ao trocar de tipo e geração inteira no navegador, sem enviar o que você digita para servidor.
A montagem do JSON-LD dentro do gerador
O gerador monta o código no seu navegador, sem enviar os dados a servidor. Você escolhe o tipo de schema no seletor, e a ferramenta troca os campos do formulário para os daquele tipo. Ao preencher, ela encaixa cada valor no lugar certo da marcação e devolve o código em JSON-LD válido e formatado, o formato que o Google recomenda, pronto para colar na página.
São 14 tipos com um construtor próprio cada, mais os modelos prontos que você carrega com um clique para partir de um exemplo. A tabela resume as etapas, do tipo ao código pronto.
| Etapa | O que a ferramenta faz |
|---|---|
| Escolha do tipo | Troca os campos do formulário para os daquele tipo, entre os 14 disponíveis |
| Modelo pronto | Carrega um exemplo daquele tipo para você editar |
| Preenchimento | Encaixa cada valor no campo correspondente da marcação |
| Código final | Devolve o JSON-LD válido e formatado, pronto para copiar |
A marcação precisa refletir o que aparece na página; preço, avaliação ou tipo que não estão no conteúdo fazem o Google descartar o código. Por isso, valide no Teste de Resultados Aprimorados do Google antes de publicar. O schema funciona como infraestrutura de entidade; a posição continua dependendo do conteúdo.
Quando o gerador de schema não basta para o seu site?
O gerador resolve uma página por vez, e isso basta para quem precisa marcar a página inicial, a de contato ou um post. Ele deixa de bastar quando o site tem dezenas de páginas do mesmo tipo, porque aí o schema precisa sair do modelo da página em vez de um código colado à mão em cada uma. Nesse ponto, três decisões passam a pesar mais que o código em si.
- Ligar a empresa, o site e cada página por um identificador único, para o Google e as IAs lerem tudo como a mesma entidade;
- Manter o código igual ao conteúdo quando o preço, o horário ou o texto mudam, sem depender de lembrar de editar o script;
- Escolher o que fica fora, como o FAQPage e o HowTo que já não geram destaque, para não gastar tempo de desenvolvimento onde o Google desligou o recurso.
Em site novo, essas decisões cabem na criação de sites com SEO desde a estrutura, com o schema gerado pelo próprio modelo de cada tipo de página. Em site que já existe, entram na revisão técnica, junto com a arquitetura das páginas.
Perguntas frequentes sobre o gerador de schema
As dúvidas sobre o gerador de schema costumam nascer da confusão entre gerar o código e fazer o Google exibir o resultado aprimorado. As respostas abaixo separam o que depende de você do que depende do buscador.
O gerador entrega o código em JSON-LD válido e formatado, com 14 tipos de schema no seletor, de Organization e Article a FAQPage, Product, Service, HowTo, Event e Review. Ele traz campos que mudam conforme o tipo, subtipos em Organization e Article e modelos prontos de exemplo. Tudo roda no navegador, sem enviar nada para servidor.
Não. Você escolhe o tipo de schema, preenche os campos em um formulário e copia o código pronto em JSON-LD. Não é preciso decorar a especificação do Schema.org. O passo mais técnico é colar o código na seção head do site, o que a maioria dos plugins de SEO do WordPress permite fazer sem tocar no código.
O código entra dentro da seção head do site, ou logo antes do fechamento do body. No WordPress, o caminho mais simples é o campo de scripts do cabeçalho de um plugin como o RankMath ou o Yoast, ou um plugin de inserir cabeçalho e rodapé. Depois de colar, valide a página no teste do Google.
Vale manter onde a página já tem perguntas visíveis, e não vale implantar só pela caixa de perguntas. Desde 7 de maio de 2026 o Google não exibe mais o resultado de perguntas frequentes, então o código deixou de gerar destaque. Ele segue descrevendo o conteúdo para outros sistemas que leem a página e custa pouco quando já existe.
São três formas de escrever dados estruturados. O JSON-LD fica em um bloco separado do conteúdo e é o formato recomendado pelo Google. Microdata e RDFa ficam embutidos nas tags do HTML e dão mais trabalho; o RDFa ainda aparece em mais páginas, por herança de sistemas antigos. Esta ferramenta gera o código em JSON-LD.
Não garante. O schema qualifica a página para o resultado aprimorado, mas quem decide exibir é o Google, e ele só exibe quando a marcação está correta e reflete o conteúdo visível. Marcação que promete o que a página não mostra é descartada. O código é a condição, não a garantia do destaque na busca.
Sim, com cuidado. Cada página tem um tipo principal que representa o conteúdo, e pode ter um secundário quando fizer sentido, como um FAQPage dentro de um artigo. O que atrapalha é repetir o mesmo tipo duas vezes ou empilhar schemas que não têm relação, o que confunde o Google e costuma resultar em nenhum resultado aprimorado.
Ajuda pouco e de forma indireta. Estudos recentes mostram que adicionar schema, sozinho, quase não muda a citação por inteligência artificial. Ele funciona como infraestrutura, facilita a leitura da página, mas o que faz a IA citar é o conteúdo responder bem à pergunta e a entidade do site estar consistente.
O schema é a etiqueta que apresenta o seu site ao Google e à IA
O schema diz ao Google e à inteligência artificial o que cada página é e que empresa ela representa, e nada além disso. Ele não substitui um bom conteúdo nem uma boa estrutura, apenas deixa explícito o que já está na página, para o buscador exibir com destaque e a IA entender com precisão. Gerar o código é o passo fácil; escrever a página que merece o destaque é o trabalho que importa.
Um exemplo prático de uso, o dono de uma clínica gera aqui o schema de LocalBusiness com endereço, telefone, horário e perfis oficiais, valida no teste do Google e cola no cabeçalho da página inicial. A partir daí, os dados de contato ficam descritos em código, do mesmo jeito que aparecem na página, e o Google e as IAs reconhecem com mais facilidade a página como a entidade daquela clínica.
Seus dados estão seguros
As ferramentas que analisam o endereço de um site (as auditorias de SEO e de conteúdo, a verificação de cabeçalhos HTTP e a de prontidão para IA) leem só páginas públicas, a partir do servidor do lucasferrazseo.com, sem pedir senha nem acesso ao painel. As demais fazem o cálculo no seu navegador, e o texto que você digita não sai dele. Nenhum dado sensível precisa ser enviado para solicitar um orçamento ou acessar o conteúdo da página.