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Glossário

O que é Link interno?

Serve para o Google encontrar e valorizar as páginas certas e para o visitante chegar ao serviço sem voltar à busca. O dono confere listando as páginas de serviço, anotando para qual delas cada post aponta e marcando a que não recebe link nenhum. Importa a quem vende por orçamento porque post sem link para o serviço atrai leitura e não leva ao pedido.

Resumo com IA
ChatGPT Google AI Perplexity Claude Copilot Grok
  • O link interno leva o robô do Google até as páginas do site, indica quais delas importam mais e guia o visitante até o próximo passo;
  • Na documentação sobre a estrutura de sites, o Google explica que usa o número de links que levam a uma página para inferir a importância relativa dela, e que segue com segurança só links feitos com a tag <a href>;
  • Em um teste controlado publicado pela SearchPilot em 2021, páginas regionais que passaram a receber links internos das seis regiões vizinhas tiveram 7% a mais de tráfego orgânico;
  • Os tipos de link interno são o de navegação no menu, o contextual no meio do texto, o de rodapé e a trilha de navegação no topo da página;
  • Para quem vende por orçamento, o número de link interno que decide é quantas páginas de serviço recebem link dos posts que o cliente lê.

Link interno é o link que liga uma página do próprio site a outra página do mesmo domínio, ajudando quem lê a continuar navegando e ajudando o Google a entender como as páginas se conectam entre si. No site de serviços, é o link que leva o leitor do post até a página do pedido de orçamento.

Para quem contrata um site ou um trabalho de SEO, o link interno decide quais páginas o Google encontra e quais o visitante chega a ver. Ele faz parte do trabalho de SEO on-page, o ajuste feito dentro das próprias páginas, e não se confunde com o backlink, que é o link vindo de outro site para o seu.

Índice

O link interno serve para três coisas ao mesmo tempo: levar o robô do Google até as páginas, indicar quais delas importam mais e guiar o visitante até o próximo passo. Em um site de serviços, esse próximo passo costuma ser a página do serviço, onde fica o formulário ou o botão de WhatsApp para pedir orçamento.

Na documentação do Google sobre a estrutura de sites, atualizada em dezembro de 2025, o Google explica que usa o número de links que levam a uma página para inferir a importância relativa dela e que o robô só segue com segurança links feitos com a tag <a href>.

  • Rastreio: o robô do Google descobre páginas novas seguindo os links das páginas que já conhece;
  • Importância: a página que recebe mais links internos tende a ser lida como mais relevante dentro do site;
  • Navegação: o visitante encontra o serviço, o preço ou o formulário sem voltar ao Google.

O efeito na busca já foi medido em teste controlado: em janeiro de 2021, a SearchPilot publicou um teste em um site com cerca de 8.000 páginas regionais, em que cada página passou a linkar as seis regiões vizinhas, e as páginas que ganharam os links tiveram 7% a mais de tráfego orgânico que o grupo de controle.

Página que nenhum link aponta, chamada de página órfã, depende do sitemap para ser encontrada e pode demorar a entrar na indexação do Google, que é o cadastro das páginas que podem aparecer na busca. A mesma documentação do Google indica o sitemap para a página que não dá para alcançar por links.

Os tipos de link interno são quatro, separados pelo lugar onde aparecem: o de navegação no menu, o contextual no meio do texto, o de rodapé e a trilha de navegação, que mostra o caminho até a página. Cada tipo cumpre uma função diferente, e o contextual é o que o redator escolhe frase a frase.

  • Navegação: os links do menu principal, presentes em todas as páginas, que apontam para serviços, sobre e contato;
  • Contextual: o link dentro de um parágrafo, como o do post sobre manutenção de ar-condicionado que leva à página do serviço;
  • Rodapé: links repetidos no fim de todas as páginas, em geral para política de privacidade, contato e regiões atendidas;
  • Trilha de navegação: a linha “Início › Serviços › Consultoria” no topo da página, que mostra onde o visitante está.

O texto clicável do link, chamado de âncora, deve dizer o que o visitante vai encontrar do outro lado, como “manutenção de ar-condicionado em condomínio” no lugar de “clique aqui”. O Web Almanac 2025, medição anual da web, registrou que 92,42% das páginas internas no computador já usam texto descritivo nos links, então âncora genérica deixa a página atrás da maioria da web. Menu, rodapé e trilha são definidos na criação de sites com estrutura de links, antes do primeiro post.

Para quem vende por orçamento, o link interno é o que transforma o post lido em visita à página de serviço. A mesma medição do Web Almanac 2025 encontrou a mediana de 43 links para o próprio site por página no computador e 39 no celular, número que inclui menu e rodapé e que um site de cinco a oito páginas não precisa perseguir.

O número que decide é outro: quantas das páginas que vendem recebem link dos textos que o cliente lê. Uma clínica com vinte posts no blog e nenhum link para a página do tratamento tem conteúdo que atrai leitura e não leva ninguém ao pedido. O dono do negócio confere esse caminho em quatro passos, na ordem.

  1. Listar as páginas de serviço, que são as que recebem o pedido de orçamento;
  2. Abrir cada post e anotar para qual página de serviço ele aponta, se aponta;
  3. Marcar a página de serviço que não recebe link de nenhum post;
  4. Acrescentar, no post de assunto mais próximo, um link com âncora que descreva o serviço.

Link quebrado e página sem nenhum link de entrada aparecem entre os erros de SEO mais comuns em site de empresa, e os dois se resolvem na revisão dos links internos.

Nas auditorias de sites pequenos que conduzo, é comum encontrar a página de serviço sem nenhum link vindo do blog e, quando o link existe, marcado por um plugin ou pelo tema com nofollow, a marcação que pede ao Google para não seguir o link.

Lucas Ferraz, especialista em SEO

Donos de site que começam a revisar os links perguntam sobretudo como criar o link e qual a diferença para o link externo, e a regra prática é que link interno aponta para o próprio domínio.

Links externos são os links que apontam para um domínio diferente do site onde estão, como o link de um post para a página de um órgão oficial. Quando o link vem de outro site para o seu, ele recebe o nome de backlink, o link de outro site, e funciona como uma recomendação externa.

Para fazer um link interno no WordPress, selecione o trecho do texto, clique no ícone de link e cole o endereço da outra página do próprio site. No código, o link interno é uma tag <a href> com o endereço da página de destino. Prefira um trecho que descreva o assunto da página que vai abrir.

Uma página deve ter os links internos que ajudam o visitante a seguir para o próximo assunto, sem número fixo recomendado pelo Google. Em um post de empresa de serviços, dois a quatro links contextuais costumam bastar, desde que pelo menos um leve à página de serviço ligada ao assunto. A faixa é recomendação da agência, não regra do Google.

O link interno leva ao pedido de orçamento quando a página de serviço que ele abre mostra o serviço, a região atendida e um contato visível no celular. Um teste rápido é seguir, no celular, o link de cada post até a página de serviço e ver se dali o pedido sai em um toque.

Se o blog atrai leitura e o pedido não chega, o próximo passo é a análise gratuita da agência Lucas Ferraz SEO, que confere o título e o resumo que o Google mostra de cada página, se a página está liberada para o Google e a presença da empresa nas respostas de inteligência artificial. A consultoria de SEO para prestadores de serviço soma 202 avaliações no Google, com nota 5,0, e a resposta sai no mesmo dia útil, com proposta em até 48 horas.

Presença orgânica

Saber o termo é o começo, aplicar é o trabalho

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