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Agência de SEO, GEO e criação de sites

O que é preciso para colocar um site no ar

Publicado
Atualizado
Autor Lucas Ferraz
Tempo de leitura 14 min

Colocar um site no ar exige domínio registrado, hospedagem, o site pronto e o certificado de segurança. Você aponta o domínio para a hospedagem pelos servidores DNS, espera a propagação de até 24 horas e ativa o HTTPS. O GitHub Pages publica um site HTML de graça em cinco passos, mas as regras de uso limitam o site de uma empresa. Manter um site simples no ar custa de R$ 15 a R$ 55 por mês só de infraestrutura.

Resumo com IA
ChatGPT Google AI Perplexity Claude Copilot Grok
  • Colocar um site no ar exige três peças obrigatórias, domínio, hospedagem e site pronto, mais o certificado SSL, que em geral já vem incluso na hospedagem;
  • O domínio .com.br custa R$ 40,00 por ano no Registro.br e deve ficar no CPF ou CNPJ do dono, porque quem controla o domínio controla o site;
  • Com domínio e hospedagem em empresas diferentes, troque os servidores DNS no painel da registradora ou mude só o registro A e o CNAME do www, e espere a propagação de até 24 horas sem refazer a configuração;
  • O GitHub Pages publica um site HTML de graça em cinco passos, mas não pode servir de hospedagem grátis para negócio online, e o plano Hobby da Vercel é restrito a uso pessoal e não comercial;
  • Manter um site simples no ar custa de R$ 15 a R$ 55 por mês só de infraestrutura; e-mail no domínio e manutenção entram à parte, e a hospedagem se compara pelo valor de renovação;
  • Publicar deixa a página acessível a quem já sabe o endereço, mas aparecer para quem procura o serviço exige o Google Search Console, trabalho contínuo de SEO e o Generative Engine Optimization (GEO) para ser citado por IA.
  1. Registre o domínio no Registro.br (para .com.br) ou em outra registradora, sempre no CPF ou CNPJ do dono;
  2. Contrate um plano de hospedagem compatível com o tamanho do site, começando pela compartilhada e comparando o valor de renovação;
  3. Suba o site para a hospedagem, instalando o WordPress pelo painel ou enviando os arquivos pelo gerenciador de arquivos ou por FTP;
  4. Aponte o domínio para a hospedagem trocando os servidores DNS no painel da registradora, depois de anotar os registros de e-mail (MX) atuais;
  5. Aguarde a propagação do DNS, que pode levar até 24 horas, sem refazer a configuração no meio;
  6. Ative o certificado de segurança para o site abrir em HTTPS e teste no computador e no celular, com e sem o www, conferindo formulário e botão de WhatsApp antes de divulgar.

Colocar um site no ar exige três coisas: um domínio registrado (o endereço, como suaempresa.com.br), um plano de hospedagem (onde os arquivos do site ficam guardados) e o site pronto para publicar. Com esses três em mãos, você aponta o domínio para a hospedagem, ativa o certificado de segurança e a página passa a abrir para qualquer visitante na internet.

Quem chega a essa etapa costuma ter o site pronto, ou quase, e travar na parte técnica de publicar. É um momento de dúvida legítima, porque registrar domínio, contratar hospedagem e apontar uma coisa para a outra parece linguagem de programador.

O trabalho maior, porém, está na decisão que vem antes da parte técnica. É escolher o caminho certo entre o gratuito, o rápido e o profissional, sabendo quanto cada um cobra por mês e o que cada um entrega para um negócio que depende de aparecer no Google e receber pedido de orçamento.

Para quem vende serviço por orçamento, o site publicado é a linha de partida do trabalho de captar cliente, e essa leitura muda as escolhas de domínio, hospedagem e custo mensal que o dono do negócio faz nessa fase.

Neste artigo

O que é preciso para colocar um site no ar?

Para colocar um site no ar você precisa de três elementos obrigatórios: domínio, hospedagem e o próprio site pronto (os arquivos ou uma plataforma que os gera). Um quarto item, o certificado de segurança, é indispensável na prática e costuma vir de graça, então cabe na mesma lista.

  • Domínio, o endereço próprio que o cliente digita para chegar ao seu site;
  • Hospedagem, o servidor que guarda os arquivos e mantém o site acessível o tempo todo;
  • O site pronto, seja em arquivos HTML, seja montado em uma plataforma como o WordPress;
  • Certificado de segurança, conhecido como certificado SSL do site, que liga o endereço seguro com o cadeado e em geral já vem incluído na hospedagem.

Entender o papel de cada peça evita o erro mais comum nessa fase, que é contratar serviço demais ou de menos por não saber o que faz o quê.

Próximo passo

Seu site pode trabalhar melhor pela empresa

A criação de sites entrega base técnica, velocidade e páginas que transformam a visita em contato comercial.

Por que o domínio é o endereço e não o site?

O domínio é o endereço porque ele é apenas o nome que o cliente digita para chegar até você, como suaempresa.com.br, e funciona como a identidade da sua marca na internet. Ele não guarda o site, só aponta para onde o site está.

Um domínio .com.br é registrado no Registro.br, que é o órgão oficial responsável pelos domínios brasileiros, e o registro é anual. É a peça mais barata e a mais estratégica, porque um endereço próprio passa muito mais confiança do que um subdomínio grátis do tipo suaempresa.wixsite.com.

Um erro que vejo com frequência é o dono do negócio deixar o domínio no nome da agência ou do sobrinho que montou o site. Registre sempre no seu CPF ou CNPJ, porque o domínio é o ativo, e quem controla o domínio controla o site.

Por que a hospedagem é o terreno onde o site fica?

A hospedagem é o terreno porque é no servidor dela que os arquivos, as imagens e o banco de dados do site ficam guardados e disponíveis vinte e quatro horas por dia. Sem hospedagem, o site existe apenas no seu computador e ninguém consegue acessar.

Para a maioria dos sites de prestador de serviço e pequena empresa, uma hospedagem compartilhada resolve com folga. Planos mais robustos, como servidor virtual privado, fazem sentido apenas para loja virtual grande ou site com muito acesso simultâneo.

Por que o site pronto pode nascer no WordPress ou em arquivos?

O terceiro item é o site em si, que pode ser um conjunto de arquivos em HTML ou um site montado em uma plataforma de gerenciamento de conteúdo. O WordPress é o caminho mais comum: em outubro de 2026, ele respondia por 39,7% de todos os sites da internet, segundo o levantamento contínuo do W3Techs sobre uso de plataformas.

Na hora de usar WordPress para colocar o site no ar, existe uma confusão que atrapalha muita gente. O WordPress.org é a plataforma que você instala na sua própria hospedagem, com controle total, enquanto o WordPress.com é um serviço hospedado por eles, mais limitado no plano gratuito. Para um site profissional com domínio próprio, o caminho é o WordPress.org na hospedagem que você contratou.

A vantagem do WordPress para o dono do negócio é a autonomia: você mesmo troca um texto, uma foto ou um preço sem depender de programador para cada ajuste. Se o site ainda nem existe e você quer entender o processo de construção antes de publicar, vale ver como criar um site profissional do zero antes de contratar hospedagem.

Quando o objetivo é ter um site que gera contato, e não apenas um cartão de visitas online, a estrutura precisa ser pensada para conversão desde o começo, que é o foco de um trabalho de criação de sites profissionais feito sob medida.

Como colocar o site no ar passo a passo?

Para colocar o site no ar, siga uma ordem que quase não muda, independentemente da plataforma escolhida. São seis passos, do registro do domínio no seu nome até a confirmação de que a página abre no computador e no celular, com o cadeado de segurança ativo.

  1. Registre o domínio no Registro.br (para .com.br) ou em outra registradora, sempre no seu CPF ou CNPJ;
  2. Contrate um plano de hospedagem compatível com o tamanho do site, começando pela hospedagem compartilhada;
  3. Suba o site para a hospedagem, seja instalando o WordPress pelo painel, seja enviando os arquivos pelo gerenciador de arquivos ou pelo protocolo de transferência de arquivos (FTP);
  4. Aponte o domínio para a hospedagem, trocando no painel da registradora os servidores do Sistema de Nomes de Domínio (DNS) pelos que a hospedagem informa;
  5. Ative o certificado de segurança para o site abrir em HTTPS, com o cadeado, e não com o aviso de site não seguro no navegador;
  6. Teste a página no computador e no celular, confira formulário e botão de WhatsApp, e somente então divulgue o endereço.

Entre o passo de apontar o DNS e o site abrir para todo mundo, existe uma espera. A propagação do DNS pode levar até 24 horas, segundo a documentação do GitHub sobre domínio personalizado, e ver o endereço fora do ar nesse intervalo é normal, não é sinal de que algo deu errado.

Na prática, o passo que mais gera pânico é o quarto. O dono aponta o DNS, atualiza a página, não vê nada e acha que perdeu o site. Espere a propagação terminar antes de mexer em qualquer configuração, porque refazer no meio do caminho costuma criar o problema que não existia.

Se você vai usar WordPress, a maioria das hospedagens instala a plataforma com poucos cliques pelo painel, o que dispensa qualquer envio manual de arquivo. Já um site em HTML puro é enviado direto para a pasta principal da hospedagem, que no painel costuma se chamar public_html, com a página inicial nomeada index.html para abrir sozinha quando o visitante digita o endereço.

Como apontar o domínio quando ele está em outra empresa?

Para apontar o domínio registrado em uma empresa para a hospedagem contratada em outra, entre no painel de quem registrou o domínio, como o Registro.br, e troque os servidores DNS pelos endereços que a hospedagem informa no painel ou no e-mail de boas-vindas. Feita a troca, a hospedagem passa a responder pelo endereço inteiro do site.

Existe um segundo caminho, útil quando o e-mail da empresa já funciona em outro provedor e não pode parar. Você mantém os servidores DNS onde estão e muda apenas o registro A, que liga o domínio ao número do servidor da hospedagem, e o registro de nome canônico (CNAME) do www. O site muda de casa e as caixas de e-mail continuam onde estavam.

Antes de trocar qualquer configuração de domínio, confira estes três pontos, que evitam a maior parte dos sustos dessa etapa:

  • Anote os registros de troca de e-mail (Mail Exchanger, MX) da configuração atual, porque a zona nova da hospedagem pode começar sem eles e o e-mail para de chegar;
  • Confira se o site abre com e sem o www, que são dois endereços diferentes para o DNS e precisam apontar para o mesmo lugar;
  • Guarde o acesso ao painel da registradora no CPF ou CNPJ da empresa, porque é ali que qualquer troca futura de hospedagem acontece.

Dá para colocar um site no ar de graça ou mais rápido?

Sim, dá para colocar um site no ar de graça. Ferramentas como GitHub Pages e Google Sites publicam páginas sem custo, e construtores como o Wix oferecem um plano gratuito com subdomínio da própria plataforma. O caminho existe e funciona.

A pergunta que importa vem antes do preço zero e trata da função do site. O gratuito entrega o site no ar, mas com limites que pesam quando o objetivo é vender.

Quando o caminho gratuito resolve?

O caminho gratuito resolve bem para teste, projeto pessoal, portfólio simples ou uma página temporária enquanto o site definitivo não fica pronto. Nesses casos, o subdomínio da plataforma e a ausência de e-mail próprio não atrapalham o objetivo de quem publica.

Para uma página estática pronta em HTML, o GitHub Pages publica sem mensalidade, e o passo a passo cabe em uma tarde. Quem decide se ele serve para o site da empresa são as regras de uso de cada plano gratuito.

Como publicar um site HTML de graça no GitHub Pages?

Para publicar um site HTML de graça no GitHub Pages, você precisa de uma conta gratuita no GitHub e dos arquivos do site, com a página inicial nomeada index.html. São cinco passos, e o endereço gratuito fica no formato seuusuario.github.io.

  1. Crie a conta gratuita no GitHub e confirme o e-mail de cadastro;
  2. Crie um repositório com o nome seuusuario.github.io, trocando “seuusuario” pelo nome da sua conta;
  3. Envie os arquivos pelo botão Add file e depois Upload files, deixando o index.html na raiz do repositório, fora de qualquer pasta;
  4. Abra Settings e depois Pages, escolha a branch principal (main) como origem da publicação e salve;
  5. Aguarde a publicação terminar e abra seuusuario.github.io no computador e no celular para conferir cada página.

O plano gratuito aceita site de até 1 gigabyte (GB) e cerca de 100 GB de tráfego por mês, um limite flexível pela documentação do GitHub Pages, que sobra para um site institucional pequeno. O serviço também aceita domínio próprio, apontado pelo mesmo processo de DNS do passo a passo de publicação.

Para uma empresa, o peso está nas regras de uso. O GitHub Pages não pode ser usado como hospedagem gratuita para rodar negócio online, loja virtual ou software vendido como serviço. A regra mira transação comercial e venda de software, e um site institucional que só apresenta o serviço fica em uma zona menos definida, com a empresa dependendo de uma plataforma que não foi feita para o negócio dela.

Estratégia

Confiança começa na primeira tela

Um site bem construído mostra quem é a empresa e por que confiar nela, no celular e no computador.

Qual plano gratuito de hospedagem serve para o site de uma empresa?

Os planos gratuitos do GitHub Pages, da Vercel, da Netlify e da Cloudflare Pages publicam um site estático, e a diferença que importa para um prestador de serviço está na regra de uso e no que acontece quando o limite acaba. O plano Hobby da Vercel, por exemplo, é restrito a uso pessoal e não comercial, o que já tira essa opção do site de uma empresa.

Plano gratuitoRegra de usoLimite que pesa para um negócio
GitHub PagesProíbe uso como hospedagem grátis de negócio online, loja ou software vendido como serviçoSite de até 1 GB e cerca de 100 GB de tráfego por mês
Vercel (Hobby)Apenas uso pessoal e não comercial100 GB de transferência; recurso que estoura volta só depois de 30 dias
Netlify (Free)Plano voltado a uso individual300 créditos por mês; quando acabam, o site fica pausado até o ciclo seguinte
Cloudflare Pages (Free)Sem cláusula de uso apenas pessoal nos termos de assinatura500 publicações por mês e até 20 mil arquivos por site

Para teste, portfólio ou página temporária, qualquer um dos quatro resolve. Para o site que recebe pedido de orçamento, a Vercel sai pela regra de uso, e a Netlify troca a mensalidade pelo risco de o cliente encontrar o aviso de site indisponível no fim dos créditos do mês, sem opção de comprar crédito extra no plano gratuito.

Quando um dono de negócio me conta que publicou o site de graça para economizar, a pergunta que faço é quem resolve se a página cair em uma sexta-feira à noite. No plano gratuito, a resposta costuma ser um fórum de comunidade sem prazo de resposta, e é nesse ponto que a hospedagem paga, com suporte do fornecedor, se paga quando evita a perda de um único cliente.

Quando o gratuito custa cliente?

Para um prestador de serviço ou uma empresa que depende de pedido de orçamento, o site gratuito cobra um preço que não aparece na conta. O subdomínio grátis reduz a credibilidade, você fica sem e-mail no domínio da empresa, e a plataforma limita o que você consegue ajustar para o site ser encontrado no Google.

O caminho mais rápido com qualidade profissional continua sendo domínio próprio mais hospedagem, com o site em WordPress ou entregue por quem faz isso todo dia. Nos projetos que conduzo na Lucas Ferraz SEO, um site institucional fica pronto e no ar em até três dias úteis, contados a partir do momento em que o conteúdo está definido.

A conta que sugiro fazer usa o seu próprio número. Quanto vale um único cliente do seu serviço? Se um contrato paga com sobra os R$ 40,00 do domínio e um ano de hospedagem, economizar no endereço grátis para refazer tudo depois sai mais caro do que publicar com domínio próprio desde o começo.

Quanto custa para manter um site no ar?

De R$ 15 a R$ 55 por mês é quanto custa manter um site simples no ar, contando só a infraestrutura: o domínio, cobrado por ano, e a hospedagem, cobrada por mês. O certificado de segurança, que muita gente imagina ser caro, costuma sair de graça, e e-mail no domínio e manutenção ficam fora dessa conta.

Um domínio .com.br custa R$ 40,00 por ano no preço oficial do Registro.br, o que dá pouco mais de três reais por mês. A hospedagem compartilhada, na média do mercado brasileiro, fica entre R$ 10 e R$ 50 por mês, dependendo do plano e do provedor.

O certificado SSL, que faz o site abrir em HTTPS com o cadeado, pode ser ativado de graça pela autoridade certificadora Let’s Encrypt, e a maioria das hospedagens já entrega esse certificado incluído no plano. Pagar à parte por SSL básico é um custo que você não precisa aceitar.

Item para manter o site no arCusto típico e origemÉ obrigatório?
Domínio .com.brR$ 40,00 por ano (Registro.br)Sim
Hospedagem compartilhadaR$ 10 a R$ 50 por mês (faixa de mercado)Sim
Certificado de segurança SSLGrátis (Let’s Encrypt, em geral já incluso)Sim, e sem custo
E-mail no domínio da empresaIncluído ou cobrado à parte, conforme o plano de hospedagemNão, mas recomendado para quem vende por orçamento
Atualizações e manutençãoVariável, do seu tempo ao serviço contratadoRecomendado

Pela tabela, o item que mais pesa no mês é a hospedagem, porque o domínio .com.br dilui para pouco mais de R$ 3 por mês e o certificado sai sem custo. Por isso a escolha que mais mexe na conta de manter o site no ar é o plano de hospedagem, comparado pelo valor de renovação do segundo ano.

O que entra na conta além do domínio e da hospedagem?

Além do domínio e da hospedagem, a conta mensal pode incluir e-mail no domínio da empresa, manutenção contratada e um servidor mais robusto. Esses itens pagam o serviço de alguém além do servidor, e por isso uma faixa de custo que soma tudo junto parece muito mais alta que os R$ 15 a R$ 55 de manter o site acessível.

Na hora de comparar orçamentos de hospedagem ou de manutenção, separe cada item em uma linha: o que é endereço e servidor, o que é e-mail e o que é trabalho de alguém. Esse custo também não se confunde com o de criar o site, uma etapa anterior com valor próprio que vale entender em quanto custa criar o site do zero.

Um detalhe que engana muito dono de negócio: o preço que aparece nos comparadores de hospedagem costuma ser o promocional do primeiro ano. Na renovação, ele pode dobrar ou triplicar, então eu comparo os planos pelo valor de renovação, nunca pelo de entrada.

A manutenção envolve atualizar plataforma, plugins, backup e conteúdo. Ela pode ser feita por você ou contratada, e o que ela inclui e quanto pesa está detalhado no conteúdo sobre manutenção do site depois de publicado.

Colocar o site no ar é o mesmo que aparecer no Google?

Não, colocar o site no ar não é o mesmo que aparecer no Google. Publicar deixa a página acessível para quem já sabe o seu endereço, mas não faz o Google mostrar o site para quem procura pelo seu serviço sem conhecer a sua marca.

Para o site aparecer nas buscas, o Google precisa primeiro encontrar e indexar a página, e depois considerá-la relevante para aquela pesquisa. É por isso que um site recém-publicado costuma não aparecer para o próprio nome nos primeiros dias.

O primeiro passo depois de publicar é cadastrar o site no Google Search Console, o painel gratuito do Google que mostra por quais buscas o site aparece, e enviar o mapa do site, para acelerar a indexação e acompanhar como o Google lê a página. A partir daí, ser encontrado por quem busca o seu serviço depende de um trabalho contínuo de consultoria de SEO para o site.

Sair da posição de invisível para receber visita qualificada é um tema à parte, aprofundado em como fazer o site aparecer no Google depois que ele já está no ar.

Antes de investir em qualquer estratégia para aparecer, o passo que ofereço primeiro é uma análise de SEO gratuita do site já publicado. Ela mostra o que está travando a indexação e a visibilidade, e é o degrau sem custo antes de qualquer decisão de investimento.

E para o site ser citado pelas buscas com inteligência artificial?

Sim, o site pode ser citado pelas buscas com inteligência artificial depois de publicado, desde que seja uma fonte que ferramentas como o ChatGPT, o Gemini e o resumo com IA do Google consigam ler e atribuir à sua empresa. Estar no ar é pré-requisito, mas não garante essa citação.

Para a inteligência artificial entender e recomendar o seu negócio, a página precisa apresentar empresa, serviço e contexto de forma que a máquina consiga extrair e atribuir a você. Esse preparo é o objetivo de um trabalho de Generative Engine Optimization do site, uma camada que se soma ao SEO tradicional.

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Site pronto para o Google e para as IAs

A estrutura já nasce legível para busca e para os sistemas de IA, com o site registrado no seu nome e sem taxa obrigatória.

Perguntas frequentes sobre colocar um site no ar

Quem está prestes a publicar o primeiro site pergunta sobretudo quanto vai pagar e o que fazer quando ele sai do ar, e a peça mais estável dessa conta é o domínio .com.br, que custa R$ 40,00 por ano no Registro.br.

Colocar um site no ar tem custo baixo de infraestrutura: um domínio .com.br sai por R$ 40,00 por ano no Registro.br e a hospedagem compartilhada fica entre R$ 10 e R$ 50 por mês na média do mercado. O certificado de segurança costuma vir de graça. O que mais varia é o valor de criar o site.

Sim, tem como manter um site no ar de graça com GitHub Pages, Google Sites ou o plano gratuito do Wix. O limite é o subdomínio da plataforma, a falta de e-mail próprio e menos controle sobre otimização. Para teste funciona bem; para quem vende por orçamento, o custo em credibilidade costuma superar a economia.

Para manter um site no ar você precisa renovar o domínio todo ano, manter a hospedagem ativa em dia e conservar o certificado de segurança válido. Além disso, é recomendado atualizar a plataforma, os plugins e o conteúdo com frequência, e fazer backup, para o site continuar rápido, seguro e sem sair do ar por descuido de renovação.

Para colocar um site no ar pelo GitHub, você cria um repositório com os arquivos do site em HTML, ativa o recurso GitHub Pages nas configurações e o próprio serviço publica a página em um endereço gratuito. Funciona muito bem para site estático e portfólio, sem mensalidade, e aceita domínio próprio caso você queira um endereço com a sua marca.

Para resolver um site fora do ar, confira primeiro as duas causas mais comuns: domínio vencido sem renovação e plano de hospedagem suspenso por falta de pagamento. Se as duas contas estão em dia, verifique se uma atualização recente quebrou a página e restaure o backup. Persistindo, acione o suporte da hospedagem, que enxerga o servidor por dentro.

As três peças e o custo mensal de um site no ar

Colocar um site no ar se resume a três peças, domínio, hospedagem e o site pronto, mais o passo de apontar uma coisa para a outra e ativar a segurança. A parte técnica é menor do que parece, e o custo de manter no ar é de poucas dezenas de reais por mês.

A decisão que realmente importa é anterior: para que o site serve. Se é vitrine temporária, o caminho gratuito basta. Se é o canal que precisa trazer pedido de orçamento e ser encontrado no Google, vale publicar com domínio próprio, estrutura pensada para conversão e um plano para aparecer nas buscas, incluindo as respostas com inteligência artificial.

Se o site já está no ar e ainda não traz pedido de orçamento, o próximo passo é pedir a análise gratuita: ela aponta por escrito o título e o resumo que o Google mostra de cada página, se a página está liberada para o Google, o certificado de segurança e a presença da empresa nas respostas de inteligência artificial. A agência já atendeu mais de 400 clientes em todo o Brasil, responde ao pedido no mesmo dia útil e envia a proposta em até 48 horas.

Conteúdo revisado em 22 de outubro de 2026 por Lucas Ferraz para a Lucas Ferraz SEO. Você pode reutilizar citando a fonte e com link para a URL desta página, sob a licença Creative Commons CC BY 4.0.

Os textos deste blog seguem a política editorial da Lucas Ferraz SEO, que define de onde vêm os números e como pedir a correção de um erro.

Foto profissional de Lucas Ferraz, especialista em SEO, GEO (Generative Engine Optimization) e criação de sites, fundador da agência Lucas Ferraz SEO.
Sobre o autor

Lucas Ferraz

As recomendações sobre sites deste artigo vêm de quem constrói páginas que precisam gerar orçamento, não só ficar bonitas.

Especialista em SEO, criação de sites e Generative Engine Optimization, Lucas Ferraz é fundador da agência Lucas Ferraz SEO, sediada em Belo Horizonte, e atua desde 2007 ajudando empresas de todo o Brasil a aparecerem no Google, serem compreendidas por sistemas de inteligência artificial e transformarem buscas em oportunidades comerciais.

  • Autor do livro A Empresa que a IA Recomenda, sobre como marcas são citadas e recomendadas por inteligências artificiais.
  • Autor de estudo científico com DOI, em acesso aberto no Zenodo, sobre como sistemas de IA citam sites de pequenas empresas brasileiras.
  • Trabalho e comentários já citados por veículos de imprensa como Jornal de Brasília e O Tempo.
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